B A B I L Ô N I A
A forma grega desta palavra é Babel que significa "portal dos deuses". Quando houve a confusão de línguas em Babel, Babilônia passou a possuir um significado espiritual, de portal dos deuses, ela passou a significar, confusão. Ela indica e exprime, a organização pagã da idolatria, da feitiçaria, luxúria, perversão e perseguição ao povo de Deus. Babilônia passou a representar a religião do mundo sem Deus. Ora, quando o livro de apocalipse havia sido escrito, a cidade já havia sido destruída. Porém, seu culto havia permanecido e invadido as nações da terra. João está afirmando que o nome que define bem a este sistema é Babilônia, a origem de toda a prostituição espiritual do planeta.
A religião misteriosa de Babilônia é representada por uma mulher.
n Mãe-Esposa de Ninrode;
n Mulher altamente promíscua;
n Com a morte de Ninrode (seu filho/esposo), ela assume o reinado da Babilônia e o proclama deus, anunciando que Ninrode fora morar no Sol e o presidia como Governador;
n Logo em seguida Semíramis, concebe um filho (sabe-se lá de quem, por ser altamente promíscua) e dá a ele o nome de Tamuz, afirmando que seria a própria reencarnação de Ninrode, ou seja, ela afirmava que seu próprio filho era deus e que era a semente prometida em Gn. 3:15;
n Logo por se presumir ser a mãe de deus, foi-lhe outorgado o título de “Rainha dos Céus” (ver tb Is 44), que é simbolizada por uma imagem de mulher segurando seu filho;
n Se torna sumo sacerdotisa desta nova religião e institui os Cultos da Fertilidade com prostitutas cultuais.
n Ashtarot e Baal na Fenícia; Ishtar ou Inanna na Assíria; Isis e Osíris no Egito; Afrodite e Eros na Grécia; Venus e Cupido em Roma.
n Quando os medo-persa dominaram Babilônia, os sacerdotes de lá tiveram que fugir (os medo-persas adoravam o fogo), e se estabeleceram em Pérgamo, na Ásia Menor. Pérgamo se tornou o centro do culto da mãe com o filho. Daí foi levado para Roma com os nomes de Venus e Cupido. No tempo de Constantino, ele teve que medir forças políticas com o Gal. Maxêncio para se tornar imperador. Os imperadores do império romano portavam 2 coroas: a de imperador e a de pontifex maximus (sumo-sacerdote); isto significava autoridade política e religiosa. Constantino, para obter o apoio dos cristãos, prometeu cristianizar o império, se vencesse. Os cristãos o apoiaram e numa última batalha, no ano 312, ele venceu e, como imperador e pontifex maximus, declarou o cristianismo a religião oficial do império. Muitos se tornaram "cristãos" para agradar o imperador. Para um povo que adorava centenas de deuses, isto não era difícil! Mas estes nunca "nasceram de novo", e bem cedoomeçou a se formar um sincretismo do cristianismo com o paganismo. As imagens pagãs foram sendo reintroduzidas com nomes cristãos.
n Venus e Cupido passaram a se chamar "Maria e o menino Jesus". Ela foi honrada como a 'rainha dos céus" e se tornou a mediatrix entre deus e os homens. Exatamente como era na religião babilônica. Os velhos festivais e feriados foram re-introduzidos no chamado "cristianismo", se fixando cada vez mais com o passar do tempo.
n A festa de Ashtarot (o nome fenício de Semiramis) ou Ishtar ou Inanna como era chamada na Assíria. Em Nínive se tornou "Easter" para os anglo-saxãos na Bretanha, e é comemorado até hoje com este nome. Uma princesa fenícia - Jezabel - introduziu este culto em Israel e o vemos claramente Ashtarot e Baal na Fenícia; Ishtar ou Inanna na Assíria; Isis e Osíris no Egito; Afrodite e Eros na Grécia; Venus e Cupido em Roma.
n Quando os medo-persa dominaram Babilônia, os sacerdotes de lá tiveram que fugir (os medo-persas adoravam o fogo), e se estabeleceram em Pérgamo, na Ásia Menor. Pérgamo se tornou o centro do culto da mãe com o filho. Daí foi levado para Roma com os nomes de Venus e Cupido. No tempo de Constantino, ele teve que medir forças políticas com o Gal. Maxêncio para se tornar imperador. Os imperadores do império romano portavam 2 coroas: a de imperador e a de pontifex maximus (sumo-sacerdote); isto significava autoridade política e religiosa. Constantino, para obter o apoio dos cristãos, prometeu cristianizar o império, se vencesse. Os cristãos o apoiaram e numa última batalha, no ano 312, ele venceu e, como imperador e pontifex maximus, declarou o cristianismo a religião oficial do império. Muitos se tornaram "cristãos" para agradar o imperador. Para um povo que adorava centenas de deuses, isto não era difícil! Mas estes nunca "nasceram de novo", e bem cedo começou a se formar um sincretismo do cristianismo com o paganismo. As imagens pagãs foram sendo reintroduzidas com nomes cristãos.
n Venus e Cupido passaram a se chamar "Maria e o menino Jesus". Ela foi honrada como a 'rainha dos céus" e se tornou a mediatrix entre deus e os homens. Exatamente como era na religião babilônica. Os velhos festivais e feriados foram re-introduzidos no chamado "cristianismo", se fixando cada vez mais com o passar do tempo.
A festa de Ashtarot (o nome fenício de Semiramis) ou Ishtar ou Inanna como era chamada na Assíria. Em Nínive se tornou "Easter" para os anglo-saxãos na Bretanha, e é comemorado até hoje com este nome. Uma princesa fenícia - Jezabel - introduziu este culto em Israel e o vemos claramente .
Hoje estamos diante de um mundo que funciona como uma roleta de cassino onde ninguém sabe se com certeza absoluta o que faz, qual o papel que representa neste teatro arquitetado pela elite global .
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